Artista Plástico Miranda de Aquino mostrou as lendas do Monte Roraima em forma de cordel

 

 

Falar da flora e da fauna de Roraima no momento em que se discute preservação e alerta contra queimadas é a abordagem do Projeto Biblioteca Viva. As lendas e os mistérios do Monte Roraima são contadas às crianças em forma de poesia e cordel pelo artista plástico Miranda de Aquino (no personagem Zezé Maku) – materializado pelo projeto o Reino de Makunaima, iniciado na manhã desta quarta, 16, no Prédio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), no espaço da Biblioteca Infantil.

 

Atentas, as crianças da rede ensino – do 2º ao 6º ano do ensino fundamental I – participaram da apresentação em cordel e poesia declamada pelo artista. Em meio aos animais confeccionados de esponja, cobras, araras, tamanduás, peixes e aves, elas tiveram experiência de aprendizado interativo com contação de histórias, além de noção da geografia da Região Amazônica.

 

O projeto literário faz parte da série de ações culturais da Secult e da agenda de eventos em celebração à semana da leitura, do escritor mundial, dia do livro e do dia das crianças. A secretária adjunta da Secult, Dianiery Coelho, disse que a secretaria visa o aprendizado por meio das iniciativas pedagógicas e lúdicas que envolvem os alunos. “É só início dos nossos projetos. Certamente, hoje eles sairão daqui com um pouco da sabedoria ancestral da nossa terra, com a consciência da preservação e identidade cultural. A temática aborda a preservação e manutenção da cultura de Roraima”, ressaltou.

 

Kátia Drumond em Boas-Vindas às crianças

 

A chefe da Divisão de Literatura, Livro e Leitura da Biblioteca Pública, Kátia Drumond, conta que há muito tempo a divisão pensa no projeto como um dos importantes para educar alunos da rede de ensino. “Estamos aqui para contribuir com as crianças. Nossa terra, nossas lendas, nossa vida, é mostrada na parceria desse projeto magnifico do Reino de Makunaima. Somos felizes por encabeçar o projeto e enquanto estivermos aqui, vamos dar prosseguimento e gestar com o devido comprometimento educacional”, defendeu.

 

Após a apresentação, as crianças conheceram o Coreto do Palácio da Cultura Dagmar Ramalho, onde também lancharam e brincaram. A programação continua no Espaço Infantil nas datas 17,18 e 23 de outubro, no Palácio da Cultura, Centro de Boa Vista, a partir das 8h30.

 

 

 

 

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Reunião com o Conselho de Cultura, GTAP, Sefaz e Secult para discutir os gargalos do edital 

 

 

Por Dione Franco 

 

A Secretária adjunta da Cultura, Dianiery Coelho, juntamente com representantes do GTAP (Grupo Técnico para aprovação de Projetos) e do Conselho Estadual de Cultura (CEC), receberam nesta terça (9/10), no Palácio da Cultura, a visita da assessora técnica da Sefaz, Larissa Goes de Souza, responsável pelos estudos realizados do convênio 74/03-Confaz.

 

O Governo aderiu regras para a manutenção da Lei 318/2001 (Lei de Incentivo à Cultura) e que deve sofrer alterações para atender as porcentagens que beneficiam artistas e produtores culturais.

 

A assessora, explicou o porquê de toda problemática que paralisou o trâmite da Lei e mostrou o melhor caminho a ser tomado. O colegiado do CEC acompanha o posicionamento e sugeriram alguns pontos de melhorias para que a solução de todo o problema da Lei 318. A discussão quer sanar todas às necessidades dos empreendedores e produtores culturais de Roraima.

 

“As novas demandas serão passadas para o secretário da Fazenda, no intuito de serem defendidas na próxima reunião extraordinária do Confaz que ocorrerá em breve. Temos o papel relevante para lançar em breve o edital já com as alterações necessárias”, disse Dianiery.

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 As crianças se encantaram com os gibis

 

Durante o aniversário do Estado, celebrado neste sábado 5, na Escola Severino Cavalcante, no bairro Senador Hélio Campos, a Biblioteca Pública por meio da Secretaria de Cultura (Secult), levou diversas atividades infantis para alegrar a criançada. Enquanto os pais eram atendidos nos serviços oferecidos pelo Governo, os livros infantis, desenhos animados, pipoca, algodão doce, pula-pula e os disputados gibis alegravam à garotada.

Lucas Pereira, 12 anos, andava triste, pois perdeu a irmã recentemente. Ele conta que a saudade ainda é muito grande e foi no evento que pôde se distrair e lembrar de momentos felizes ao lado da irmã. "Estou feliz é sempre bom alguém querer ajudar a gente. Perdi minha irmã há pouco tempo, lembrei muito dela nessas brincadeiras”, relembrou.

A dona de casa, Fay Orlean, 29, também participou desde o início dos filmes e da leitura de gibis com os filhos de 2 e 6 anos. "Achei muito bom. Eles ficaram todos reunidos numa sala e conheceram outras crianças, brincaram juntas. Além da salinha da leitura, os filmes foram muito bacanas e meus filhos gostaram demais. Eles adoram os gibis da turma da Mônica e de pintar”, disse. 

A Ester Almeida, 12, veio para assistir o filme o Pequeno Príncipe. “Estou gostando de tudo das brincadeiras, da leitura dos doces e principalmente do filme”, disse. Ester ainda trouxe a amiga Emiliy de Souza, 13 anos, que acabou de chegar da Venezuela. “Ela me convidou e quero participar de tudo”, disse entusiasmada.

 

A chefe da Divisão de Literatura, Livro e Leitura da Biblioteca Pública, Kátia Drumond, falou sobre a ação como positiva para a sociedade. “Para nós como biblioteca é uma satisfação estar aqui levando a ludicidade à população de Roraima nosso Estado bonito e promissor que completa 31 anos. A população hoje é a maior presenteada”, destacou.

Para completar a alegria ainda teve a animação do Palhaço Chuchu que direcionou as crianças para os pontos estratégicos das brincadeiras lúdicas do evento.  Na videoteca olhinhos vidrados na exibição dos filmes:  Toy Story 4, O pequeno príncipe e a Era dos dinossauros.

A gibiteca levou a magia dos desenhos em quadrinhos da turma da Mônica e historinhas que ainda encantam o público infanto-juvenil.  A exposição de banners contendo as bandeiras dos municípios de Roraima com a letra dos hinos oficiais também despertou a curiosidade do visitante.

 

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Conheça a história de Meire Saraiva, patrimônio vivo da cultura roraimense

 

A professora pernambucana, Meire Saraiva Lima, nasceu em 10 de fevereiro de 1947. Ela chegou a Roraima em setembro de 1950, aos três anos de idade, mas se considera autêntica roraimense. Meire têm sete irmãos, sendo filha mais velha de Pedro Saraiva Coelho, mais conhecido como Pedro Paletó (por sempre usar terno branco) e Leonilde Araújo Saraiva (Dona Nilde).

 

Devido a vida difícil no Nordeste, o irmão mais velho de Dona Nilde decidiu vir para o Amazonas trabalhar como soldado da borracha, mas foi em Roraima que conheceu o garimpo bem na época dos rumores de vida melhor por essas bandas. A atividade ajudou nas condições financeiras da família. Gostou tanto da calmaria do Estado que logo voltou ao Nordeste para buscar boa parte da família, inclusive a de Meire para morar e trabalhar na Vila de Garimpo por nome Quem, às margens do Rio Maú.

 

Na década de 50, já em idade escolar, os pais viram a necessidade de trazê-la para Boa Vista juntamente com os irmãos para estudar. Foi nesse período que cursou as primeiras séries em algumas escolas da capital, entre elas destacam-se o então Colégio São José, Euclides da Cunha (GEC), e Monteiro Lobato. Ela nem imaginava que um dia voltasse como professora, supervisora entre outras atividades, àquelas instituições. Meire era menina tímida, mas muito estudiosa, mesmo que não acreditasse que viria a lecionar um dia.

 

A veterana da cultura é apaixonada pela literatura de Roraima 

 

Lembra que aos 16 anos foi estudar na escola Monteiro Lobato, antes Curso Normal Regional Monteiro Lobato. A escola oferecia entre as disciplinas as práticas de ensino pedagógico para quem pretendia dar aula.   Por causa da distância da escola a mãe dela tinha receio de autorizar os estudos naquela instituição, mas logo acabou cedendo ao pedido da filha, após muita insistência pelo sonho de ser professora.

 

Mesmo aplicada nos estudos, ao final do curso, Meire ficou decepcionada, pois se classificou em segundo lugar na seleção e não conseguiu a vaga de emprego que tanto queria. Mas pela força do destino lecionou na Escola Afrânio Peixoto no bairro Calungá, no mesmo prédio que hoje está instalada a Escola Estadual Barão de Parima, onde teve a oportunidade de realizar parte do sonho.

 

Mas o destino lhe pregou outra peça. O pai era cabo eleitoral de oposição ao Governo e no meio da campanha política em 1967, ela foi chamada na Secretaria de Educação do Estado e recebeu a determinação do secretário para convencer o pai a apoiar o Governo de situação. De opinião forte, a jovem professora recusou o imposição e perdeu o emprego.

 

Meire tem boas lembranças do tempo de escola. Teve como colegas de turma muitos nomes de celebridade na sociedade roraimense, inclusive atuando como professora dessas personalidades. “Fico muito feliz quando reencontro pessoas daquela época que marcaram minha vida”, relembrou.

 

 

Sempre perseverante, em 1968 aceitou o convite da tia para continuar os estudos em Fortaleza. Três anos depois voltou para Boa Vista e conheceu Clemilton Lima com quem se casou no final de 1972.  Em 15 de setembro de 1981, nove anos depois, Meire teve outro golpe da vida, perdeu o marido vítima de infarto, ainda jovem com 31 anos. “Ele estava bem, não aparentava estar doente. A morte dele foi muito dura para mim. Eu era muito jovem com muitos sonhos e planos pela frente, inclusive o de ter mais filhos”, lamentou.

 

A herança e lembrança do marido foi o único filho do casal, Marcelo, fruto dessa união. O menino tinha apenas três anos quando ela ficou viúva. Meire conta emocionada sobre a dedicação do filho. “Ele me liga várias vezes ao dia, preocupado com a violência no trânsito. Quer que eu pare de dirigir, o que é difícil, pois sempre fui independente”, sorriu.

 

Ela teve outros relacionamentos, mas decidiu viver sozinha por causa da rotina e hábitos independentes. “Eu achei melhor assim. Ia ter que me prender às obrigações com a vida de casada, logo eu que nunca gostei de trabalhos domésticos, prefiro trabalhar fora”, comentou.

 

Meire tem outra paixão, a neta Laira de 24 anos, a cria como filha. A neta, em contrapartida, faz companhia à avó. “Ela está comigo desde que nasceu. Quando meu filho se separou da mulher, ela ficou comigo e me faz companhia até hoje”, disse.

 

Aos 72 anos Meire Saraiva já passou por muitas experiências, entre elas o advento da tecnologia que tem melhorado a vida das pessoas, mas confessou que ainda encontra dificuldades com as novas ferramentas. “Às vezes peço ajuda dos colegas quando preciso mexer com a internet. Acho incrível a facilidade de acesso para trabalhar, inclusive, já encontrei muitos amigos antigos pelas redes sociais”, disse entusiasmada.

 

Trabalho - Meire Saraiva é servidora federal aposentada há três anos. Em 1989 foi convidada pela Secretaria de Educação do Estado para trabalhar na Subdivisão de Etnografia e Folclore, do então Departamento de Cultura – hoje Secult. Ela é Conselheira de Cultura da Câmara de Patrimônio até dezembro de 2019 e já aguarda a segunda aposentadoria. Ao mesmo tempo lamenta por deixar o que mais gosta de fazer, cuidar do Patrimônio Histórico de Roraima.

 

Há trinta anos no mesmo cargo, a veterana e guardiã da cultura explicou o que falta para melhorar o desenvolvimento do segmento cultural no estado e deixa o recado aos futuros gestores.

 

“A cultura fica sempre em segundo plano, deixada para depois. Primeiramente precisa da vontade política e compromisso. Tem que estudar, conhecer e mergulhar de cabeça no que se propõe a fazer. Estar ciente que vai lidar com coisas antigas, frágeis devido ao tempo e buscar na história o que vai deixar para as futuras gerações. Como toda profissão é preciso dedicação”, enfatizou.

 

Durante o período em que está à frente do setor, muitos materiais históricos foram resgatados e que hoje estão à disposição da sociedade. “Temos um acervo fotográfico, a maioria cópias. Recebemos doações de fotos de muitas pessoas, inclusive outras pessoas fora de Roraima também enviam material ao nosso acervo. Temos fotos do primeiro hidroavião em pouso no Rio Branco; da Fazenda São Marcos; do monumento Forte São Joaquim, o único tombado a nível federal e, alguns monumentos estaduais; muitos documentos e livros encadernados que recontam as histórias do nosso patrimônio”, informou.

 

Meire Saraiva é patrimônio vivo da cultura material e imaterial de Roraima.

 

 

 

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Ações na Escola Severino Cavalcante, Zona Oeste de Boa Vista, farão parte do aniversário do Estado.

 

Em celebração ao aniversário do Estado de Roraima, 5 de outubro, neste sábado o Governo de Roraima por meio da Secult (Secretaria Estadual de Cultura), realiza uma ação social na Escola Estadual Severino Cavalcanti, envolvendo toda a estrutura de governo.

 

Os portões da escola serão abertos às 6h30, com distribuição de senhas para atendimentos, que visam dar acesso à população aos serviços de saúde, estética e cuidados pessoais, emissão de documentos, palestras, esporte, lazer, cultura entre outros.

 

O secretário de Cultura Marksjonson Ferreira, destacou que a data traz as ações para contemplar o que o Governo pensa sobre o bem-estar da população. “Um Estado sem as pessoas que nele estão, não pode sobreviver em uma plena Democracia. O conceito diz respeito ao bem-estar das pessoas, com saúde, moradia e acesso à serviços essenciais. A Secretaria de Cultura, juntamente com outras do Governo preza por manifestar a preocupação com o ser humano e por isso no Aniversário da nossa Terra o presenteado deve ser o cidadão que aqui plantou sementes para um futuro melhor”, ressaltou.

 

A programação será diversificada. “Pusemos os serviços essenciais para que as pessoas pudessem se sentir acolhidas neste dia. Muitos precisam de atendimentos e documentos urgentes. Priorizamos as demandas necessárias para essa ação”, disse diretor de Promoção Cultural da Secult, Raphael Mendes.

 

PROGRAMAÇÃO

Às 8h começam os atendimentos de Saúde com especialidades em ginecologia, cardiologia, pediatria, clínico geral, odontologia e oftalmologia, além de vacinação, orientações e palestras preventivas. Haverá também o atendimento estético de beleza e cuidados pessoais.

 

O Governo emitirá documentos pessoais e certidões em geral como: Carteira de Trabalho por meio do Sine (Sistema Nacional de Emprego), Carteira de identidade pelo Instituto de Identificação/IML, emissão de Certidões – Sefaz (Secretaria de Fazenda) e Controladoria; tradução de documentos; emissão de Certidões pela Junta Comercial de Roraima e, ainda, análise previdenciária para servidor público do Estado, por meio do Iper (Instituto de Previdência do Estado).

 

A Setrabes (Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social) também está envolvida. Vai participar com recreação para a criançada, distribuição de picolés, algodão doce e bolo, além de brincadeiras e palestras preventiva e orientativas para pessoas com deficiência.

 

Haverá palestras sobre primeiros socorros com o Corpo de Bombeiro, enfrentamento à violência contra a mulher pelo Chame, boas práticas políticas e ambientais pela Femarh (Fundação Estadual de Meio Ambiente e Recursos ahídricos), entre outras.

 

OUTRAS ATIVIDADES

 

Local: Quadra de Esportes do Centro de Excelência da UERR

 

7h30 - Brincadeiras infantis com o Palhaço Xuxu; Pintura facial; Gibiteca/ Caminhada Literária; Galeria Cívica e Recreação Infantil;

8h - Brincadeiras infantis com o Palhaço Léo Malabarista;

8h - Recreação Infantil (Alunos UERR); oficina de robótica; oficina de balão;

9h - Cinemateca com distribuição de pipoca;  FitDance e Zumba kids. Com Jhon Lee Naveca;

10h- Zumba para adultos com Jhon Lee;

 

 

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Essa é história do paraibano Joemir Guimarães, 67 anos, natural de Campina grande. O engenheiro civil roraimado (como chamamos por esses lados do extremo norte de quem escolhe Roraima como terra querida para viver), começou a carreira solo em 1983, em Salvador e Rio de Janeiro. Além da profissão e da musicalidade, o músico multifacetado acumula outros talentos como artista, compositor, intérprete, empreendedor Musical e radialista. Anos dedicados à arte.

Joemir têm três filhos: John Lima de Souza, Priscila Lima de Souza e Patrícia Lima de Souza. É casado com a cantora Rocicleide Lima. Juntos formam parceria na vida e na arte. Logo ao iniciar a carreira musical em 1968, em Campina Grande na Paraíba, tocou em várias bandas musicais nos anos de 1960 a 1982, fez muitas apresentações em Pernambuco, Rio Grande do Norte e Alagoas.

Já na estrada, na carreira, reuniu músicos para compor a banda Xaxado da Paraíba, composta por Paulo André e Jataí de Albuquerque. Inquieto e eufórico para conquistar atingir outros segmentos musicais formou a Banda Confete e Serpentina, especialista em marchinhas e frevos de carnaval.

 

 

O saudosismo, o empenho e a veia artística o moveu em direção a outros projetos que viria a se tornar a menina dos olhos: o Canto Forte, projeto do Edital Estadual de Incentivo à Cultura do Governo do Estado, gerenciado pelo Conselho de Cultura, Grupo Técnico de Trabalho (GTAP) e Secretaria de Cultura. O Canto Forte além de revelar dezenas de artistas, também se tornou o maior festival de música roraimense e do Norte do País, depois do tradicional Femur (Festival de Música de Roraima), cujo revelou artistas como Neuber Uchôa, Zeca Preto, Eliakim Rufino, Claudete Figueiredo, entre muitos outros famosos da cena musical de Roraima.

 

 

Discografia
Joemir acumula em seu hall musical os seguintes projetos: Vinil – Projeto Nossa Música; Teatro Amazonas/AM; Vinil Baião Do Desejo; CD Forró Frevo; CD BV Raiou; CD I Amostra de Música; Canta Roraima-Sesc/RR; CD Aras Cunhã Pucá; CD Xaxado Forró pra Cabra Macho; CD Xaxado Forró Para Todos; DVD Xaxado Made In Roraima.

O músico participou de muitos eventos, mas alguns se destacam na carreira, como por exemplo: Show de lançamento do 1º Vinil em Boa vista na AABB e em Campina Grande-Paraíba; Projeto nossa Música 1ª e 2ª fase Teatro Amazonas, pela Superintendência Cultural do Amazonas; em 2014 se apresentou com trio pé de serra (Lira do Acordeom e Aurélio no Zabumba) na Central Station em New York nos EUA. Também já fez o Pré show de Vários cantores nacionais como: Cantora Elba Ramalho, Elke Maravilha, Zé Ramalho, Roberto Leal, Nelson Gonçalves e Altemar Dutra.

Joemir Guimarães compõe o acervo material e imaterial do Patrimônio Histórico de Roraima.

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A Biblioteca Pública expôs livros infantis com linguagem em Braile

 

A secretaria Estadual de Cultura realizou uma programação diferenciada para os visitantes do Roraima Garden Shopping nesse sábado (21). Livros em braile, e outros recursos da tecnologia assistiva fizeram parte de uma pequena mostra do Acervo da Biblioteca Pública Estadual, além de um debate e apresentações musicais e esportivas. O evento promoveu o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência que é celebrado neste sábado (21) em todo o país. De acordo com o secretário estadual de cultura Markjohnson Ferreira, as atividades seguirão durante a semana até o dia 03 de dezembro.

 

"A secretaria de cultura, junto com a Setrabes e o Governo de Roraima tem como meta realizar vários eventos para ressaltar a importância da ressocialização das pessoas com e sem deficiência, um assunto que muitas vezes é tão esquecido, o estado se preocupa em fazer um trabalho e criar uma dinâmica que reforce a importância dessa causa e dessa luta", explicou.

 

Sobre o assunto, o governador Antônio Denarium reforçou a importância da acessibilidade e as dificuldades enfrentadas pelos portadores.

 

"Nós estamos trabalhando pra diminuir os obstáculos e abrir caminhos. Sei quais são as dificuldades que essas pessoas enfrentam. Hoje a data foi um momento de felicidade com inclusão, em um ambiente onde tem dezenas de pessoas circulando que puderam ver essas atividades das pessoas com mais carinho", contou.

 

A diretora da Rede de Atenção Especial da Setrabes, Soraia Rodrigues, já existe pontos positivos alcançados pela equipe em 2019, entre eles, a integração do estado com empresas e a sociedade. "Durante essa semana, nós recebemos muitos agradecimentos de instituições voltadas devido a doações do governador, muitas delas estavam fechando as portas", disse.

 

Secretária da Setrabes, Tânia Soares, experimentando a rotina da pessoa com deficiência visual.

 

De acordo com a Kátia Drummond, chefe de Divisão de Literatura, livro e leitura da Biblioteca Pública de Roraima. "Nós trouxemos uma pequena mostra dos livros da nossa biblioteca que atende os deficientes físicos, são mais de 250 livros com várias temáticas, além de livros com fonte ampliada para aqueles que possuem baixa visão. Por hoje ser um dia especial realizamos esse evento para sensibilizar as pessoas para esse mundo da inclusão", explicou.

 

Para a estudante e deficiente visual Eslyne dos Santos, 16 anos, a maior luta da pessoa com deficiência é ser vista como todas as outras pessoas. Foi apresentada sua música que ela chamou a atenção do público. Ela aprendeu a lidar com a cegueira desde bebê, por ter nascido prematura a jovem passou seis meses na incubadora.

 

"Eu quero lembrar os pais e mães para não rejeitarem os seus filhos deficientes, eu sempre tive apoio da minha família e isso me ajudou a me superar todos os dias" relatou. No local, foram disponibilizados livros em braile para que pessoas com e sem deficiência tivessem contato com as histórias.

 

"De todos os livros, a minha história favorita é as aventuras da Emília, escrito por Monteiro Lobato, por que me identifico com ela", contou.

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Terça, 17 Setembro 2019 20:15

Sessão solene na ALE trata do suicídio

O secretário de Cultura Marksjohnson Castro Ferreira participou da mesa de debates representado o governador Antônio Denarium. 

 

Dois depoimentos chamaram atenção durante sessão especial voltada à valorização da vida e a prevenção do suicídio, realizada nesta terça-feira (17), na Assembleia Legislativa de Roraima. Enquanto a estudante Jhenne Morais contou sobre como superou a depressão, a técnica em enfermagem, Diane Ferreira relatou a dor dos familiares de quem tirou a própria vida. A solenidade reuniu autoridades e palestrantes que abordaram temas como os sinais de alertas e como as redes sociais podem ter relação com a saúde mental.

O secretário de Cultura, Marksjohnson Castro Ferreira, participou da mesa de debates representado o governador Antônio Denarium. Ele falou sobre a própria história de vida e exemplificou como o jovem pode buscar outras ferramentas para sair da depressão e seguir com a vida.

“Sou exemplo vivo de que tudo pode ser diferente quando lutamos, temos apoio de pessoas e não ouvimos frases do tipo: você não consegue. Vim de uma família humilde e graças a Deus tive oportunidades e venci. O mau do suicídio pode ser vencido também com a cultura, arte, cinema, teatro e esporte. Essas armas podem salvar a vida de muitos jovens. Roraima revela números assustadores de suicídios e é nossa obrigação contribuir para mitigar ou acabar com esses números terríveis”, disse.

O evento foi requerido pela deputada Ione Pedroso (SD), e realizado em parceria com os deputados Catarina Guerra (SD) e Evangelista Siqueira (PT), que também lutam pela causa na Casa Legislativa.

 

Membros da mesa e palestrantes receberam uma rosa amarela em nome da vida 

 

Sinais de Alerta

O psicólogo Wagner Costa palestrou sobre como identificar os sinais dados em casos de possíveis suicídios. Ele apontou que as pessoas tendem a transparecer a exaustão mental. Segundo ele, muitas pessoas buscam no suicídio a solução para o sofrimento. Por isso, é importante prevenir, oferecendo soluções e ajuda para a pessoa enfrentar o problema apresentado.  

 

Redes sociais

Na ocasião, o presidente da Comissão de Direito Médico da OAB/RR (Ordem dos Advogados do Brasil), Michel Nóbrega, trouxe informações sobre como as mídias sociais influenciam na saúde mental dos internautas. “Este também é um campo de enfrentamento, pois cria a falsa sensação de felicidade, e as pessoas veem aquilo como uma regra da realidade.”

Ao levantar a questão, ele pontuou que esse campo merece ser alvo de políticas de enfrentamento, como por exemplo, a difusão de informações positivas que se sobressaiam às negativas. O advogado frisou ainda a importância da denúncia em casos de postagens que, de alguma maneira, incentivem ou induzam ao suicídio.

 

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 Presidente do CEC, Sebastião Moura; o secretário da Cultura, Maksjonhson Ferreira; e a secretária adjunta da Cultura, Dianiery Souza Coelho. 

 

 

Entre as demandas estão o edital de incentivo à cultura, destino do Museu integrado, captação de recursos e projetos para recuperação de espaços público.

 

Na sessão do Conselho Estadual de Cultura (CEC/RR), nesta quarta-feira (11/09), às 9h, no Palácio da Cultura, o secretário de cultura, Marksjohnson Ferreira, falou aos conselheiros sobre a nova gestão e os projetos futuros para a secretaria. Na pauta as modificações que pretende fazer para otimizar de imediato alguns setores da Secretaria Estadual de Cultura (Secult) que precisam ser vistos com urgência. Exemplo disso é o funcionamento do Museu Integrado de Roraima, os projetos culturais que estavam esquecidos, a reativação de espaços e a manutenção da cultura material e imaterial.

 

“Precisamos reaproximar a sociedade da secretaria. Depois de alguns levantamentos constatamos que até dinheiro importante à Cultura e aos projetos, cerca de R$ 1 milhão, foi devolvido na gestão anterior por falta de execução. Precisamos resgatar os projetos deixados no esquecimento e buscarmos outros que precisam de recursos para serem realizados e, para isso, vamos trabalhar junto com o CEC e o Grupo técnico que aprova os projetos”, disse o secretário.

 

A Secult tratou de mapear alguns dos principais festivais do Estado, inscreveu três projetos de cada área em captação de recursos federal, como por exemplo, Arraial do Anauá, Festival das Araras e o Festival Folclórico de Caracaraí dos últimos três anos subsequentes.

 

“A ideia é criar a agenda positiva da secretaria, como exemplo o calendário oficial. Trabalhamos por uma gestão otimizada e o que queremos é promover isso em tudo que fizermos, repetir a economia que buscamos no Arraial do Anauá onde conseguimos economizar cerca de 82% dos valores investidos com a ajuda da inciativa privada”, defendeu.

 

 Conselheira Elena Fioretti expondo a realidade da cultura de Roraima

 

A conselheira estadual de cultura, Elena Fioretti, pediu a palavra e fez o panorama da cultura no Estado. A conselheira apelou ao secretário de cultura. “Temos muitos problemas para resolver ainda. O museu precisa voltar para a cultura, o herbário precisa ser remanejado para um lugar que possa ter o devido tratamento. Tivemos notícias que recentemente o material da arqueologia que ficava no museu ia ser doado para outro Estado porque não havia lugar adequado para guardar. Não podemos deixar isso acontecer, depois de tanta luta e dedicação, entregar o nosso ouro, nossa história para outro estado?”, alertou.

O presidente do CEC/RR, Sebastião Moura, disse que o momento é de agregar parcerias e trazer à tona soluções para os gargalos. “Estamos aqui para fazer nosso papel, não apenas para dar pareceres nos projetos culturais. Não trabalhamos para empatar a secretaria, mas agir e recomendar o trabalho dentro da lei. É importante lançar os editais para captar recurso da lei de Incentivo à cultura sempre no início do ano, assim contribuir com nossos artistas e contribuir com o fortalecimento. Além do poder de determinação e queremos um novo caminho para a produção cultural”, disse Moura.

 

Membros do Conselho Estadual de Cultura (CEC/RR)

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(Foto: Fernando Oliveira - Secom/RR): 2ª princesa Aliny Schluckot (Mucajaí); Rainha Agroshow 2019, Márcia Daliane Rodrigues (Iracema); e a 1ª princesa, Fabiana Cardoso (Alto Alegre)

 

 

Sete beldades representando os municípios de Roraima tornaram mais alegre a abertura do Agroshow, nesta quarta (4), no Parque de Exposição Dadãezinho. As meninas capricharam no visual e elegância. Às 21h elas começaram o desfile pela disputa ao título de Rainha do Evento.

 

Após o desfile os jurados tiveram trabalho para eleger a musa mais bonita. Mas quem conquistou a maior nota da bancada foi a linda Márcia Daliane Rodrigues, 22 anos, representando o município de Iracema, mostrou toda a beleza roraimense. A nova rainha vai reinar até o próximo evento em 2020. Em segundo lugar, a jovem Fabiana Cardoso, 21 anos, representando o município de Alto Alegre recebeu o título de 1ª princesa. Em terceiro lugar, Aliny Schluckot, 21 anos, representando o município de Mucajaí, recebe o título de 2ª princesa do evento.

 

O corpo de jurados composto pela gestora de companhia de Teatro Criart, Kaline Barroro, Aurilene de Castro Martins, Leâniva Tatayra e a cantora Dithania Lima, avaliou a beleza, simpatia, desenvoltura e passarela das candidatas.

“Foi bem difícil porque elas todas são lindas e vieram pata concorrer mesmo, com toda a produção de um concurso. Feliz por participar da escolha das beldades de um evento que vai ficar no calendário do Estado”, disse a produtora cultural Kaline.

(Foto: Fernando Oliveira - Secom/RR): O secretário de Cultura, Marksjohnson Ferreira; a secretária adjunta, Dianiery Coelho (segunda da esquerda); a secretária do Trabalho e Bem-Estar Social, Tânia Soares (ponta direita), com as escolhidas.

 

O secretário de Cultura, Marksjohnson Ferreira, falou da missão que foi dada à Secretaria de Cultura (Secult), nas escolhas e programação cultural.

“Fizemos uma programação bem diversificada, começando pela seleção das moças e a produção que culminou no resultado. Além disso, a Secult convocou grupos folclóricos e apresentações musicais para os quatro dias de evento, com cantores, quadrilhas e grupos de toadas. A Biblioteca Pública está com estande – a Gibiteca – para incentivar a leitura infantil nos dias de festa. Vamos repetir parte do brilhantismo dos artistas do Estado feito no Arraial no Agroshow”, ressaltou Ferreira.

 

Programação – 05/09/19

18h00 – Roda de Capoeira da Rede Atenção Especial – Mestre Caimbé

18h20 - Quadrilha Infantil Xameguinho - Projeto Abrindo Caminhos

21h30 – Trio Corda com Corda

 

Programação – 06/09/19

18h00 às 22:00 – Gibiteca – Leitura de Gibis

19h00 – Brincadeiras infantis, Pintura Facial, Trilha Lúdica e Boliche

 

 

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